A origem de uma idéia emerge da vocação. Ao plantá-la alguns sujeitos iniciam um meticuloso processo de levantamento das diversas possibilidades existentes para chegar ao objetivo. Toma-se um viés muitas vezes sem saber ao certo o porquê de tê-lo selecionado. Assim como na academia, a vida nos coloca em constantes dilemas e nos provoca escolhas. Através dela, iniciamos o processo de percorrer um caminho no labirinto do conhecimento. Ao trilhar e conhecer bem uma desses caminhos o sujeito torna-se confiante para peregrinar pelos demais. Contudo, muitos se aprisionam no abismo do egocentrismo quando entendem as premissas que os levaram a chegar ao primeiro objetivo. Tornam-se escravas do embasamento e compactuadas com o ego. Outros compreendem que não há autenticidade nisso. Prepondera apenas um vazio. Ao abrirmos o primeiro caminho apenas deflagrarmos um inicial processo inteligível de compreensão do mundo, da ciência. A coragem de trilhar por novos nos torna mais suscetíveis a enxergar outras problemáticas e desafios. Agregamos experiências e conhecimentos, livramo-nos das premissas por compreender que ao desnudar-se das anteriores vestes não desperdiçamos o conhecimento, pois ele permanece pleno em nosso interior. O exterior mente, é cego. Ao desnudar-se abrimos a mente e o coração para compreensão do outro. Um exercício de alteridade. Desta forma o sujeito amplia sua cosmovisão ao ponto de perceber o labirinto por um todo, saber chegar ao mesmo lugar por diversos trilhares. Quebremos paradigmas, eis um belo objetivo!
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