O ar empírico que circula a minha volta me faz cega às verdades que procuro desvendar, opacidade brutal que venda os olhos de todos a tudo aquilo que somente a leveza da alma é capaz de revelar. Essa necessidade de provas e fatos materiais me sufoca ao olhar do mundo que por vezes eu não pertença. Minhas provas vêm do íntimo, do âmago de meu ser, onde somente eu posso procurar e que por si só se fazem suficientes.
Só carrega o peso aquele que é capaz e só o carrega porque o sente necessário. De todas as pessoas que optam por se livrarem daquilo que lhes pesa, eu, convicta, guardo aquilo que me é grave. O peso de minha certeza liberta meu coração, o peso de minha certeza me oferece a leveza de quem sou. Posso assim seguir plena sabendo que carrego aquilo que me vale em vez de seguir pelo caminho da aparente leveza do esquecimento.
Notas do blogueiro:
Inicio o blog com um texto de uma amiga, pois neste dia 11 de agosto, abre-se nova era. É possível realizar algumas leituras do texto acima, ao examinar meu sentimento hoje, o enxerguei com novo olhar, muito feliz para os tempos vindouros. Nada melhor que iniciar convicto.
Agradeço a autora pela cessão de seu belo texto.
Sejam bem vindos
Não sinto-me capaz de explanar minhas próprias palavras; tudo de mais íntimo, belo e verdadeiro de mim estão nessas linhas.
ResponderExcluirConsiga compreender seu pleno significado e me entenderá.
Quanto aos novos caminhos a serem trilhados serei a primeira vê-los aqui postos em prosa [e verso].